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ECONOMIA

Passo a passo: 6 regras para gerir capital de giro

Uma das regras apontadas pela Ernst & Young é a administração apropriada de incentivo

SÃO PAULO - Pesquisa feita pela a Ernst & Young mostra que a necessidade de capital de giro das empresas caiu entre 2007 e 2008, passando de 13,6% para 12,8% no período. A companhia elaborou seis pontos estratégicos para auxiliar na administração efetiva dessa ferramenta.
Confira na sequência:

  • Administração apropriada de incentivo para melhorar o desempenho de caixa;
  • Melhora da frequência, velocidade e acuidade de cobrança;
  • Desenvolver uma cadeia de fornecedores ágil que responda às condições flutuantes do mercado;
  • Construir uma ligação maior e uma colaboração mais próxima entre os diversos participantes da cadeia de valor do capital de giro;
  • Manter métricas que monitorem a saúde financeira de consumidores e fornecedores;
  • Identificar e melhorar os fatores-chaves que impulsionam a criação do capital de giro com erros de previsão, variação de suprimentos, segmentação de clientes, entre outros.

Otimização

“O tratamento adequado do capital de giro possibilita que sua necessidade seja otimizada, evitando que grandes montantes de recursos financeiros, de terceiros ou próprios, sejam desnecessariamente investidos nas operações”, contou a empresa.

Conforme a auditoria, no curto prazo, a continuidade de um cenário difícil intensificará a pressão no capital de giro das empresas, eventualmente aumentando a inadimplência e o reconhecimento de perdas, além da possibilidade de complicações na cadeia de fornecimento e aumento da tensão e desgaste entre os participantes da cadeia de valor do capital de giro.

Por outro lado, dados recentes indicam que o setor privado está buscando a redução dos estoques, que podem começar a retornar aos níveis normais.  

“Este ambiente frágil e incerto é diretamente refletido no desempenho do capital de giro de cada empresa. Companhias  que possuem uma administração otimizada do capital de giro são menos propensas aos efeitos negativo atuais do que as demais”, ponderou.

Dessa forma, existe também a questão se as empresas utilizarão o capital de giro como forma de melhorar seus negócios, reduzir custos, melhorar o serviço e melhorar a administração de risco.

“Para as empresas, a administração eficiente do capital de giro oferece a oportunidade de não somente melhorar caixa, custos e serviços, mas também ser mais ágil e flexível em condições econômicas e financeiras que mudam muito rapidamente”, concluiu.

Fonte: Financial Web


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